Bosco e Carolina foram alunos do ‘Arnolfo Azevedo’ quando desse colégio fui diretor. Ele, vibrante, agitado, fez-se vereador lá pelas tantas de sua exuberante juventuude: passo firme, voz empolgada, personalidade super ativa. Ela, a doçura em pessoa, meiga, risonha. Promessa de um casal feliz. Namorados, não me causaram problemas. Foram bem comportados…
Carolina se fez (como o Bosco) jornalista; espírito aberto, com boa visão da vida social, fez muito bem a sua parte no Jornal Guaypacaré. Lutaram com muitas dificuldades pelo semanário marcou a vida lorenense por quatro décadas.
O destino, na sua ingrata tarefa de semear desgostos que só a fé pode fazer entender e justificar, tira a Carolina da nossa convivência prematuramente e atropela a saúde do Bosco.
Tomara que a filha Graziela e seus irmãos tenham energia e entusiasmo para superar essa quadra tão difícil e retomem, agora sob outra forma, o trabalho dos seus pais. É o voto dos amigos da família.
Bendita é a saudade que não passa,
Que mantém o amor por toda a vida.
Por mais que o coração sofrer nos faça,
Só ele à nossa fé dará guarida.







