Secretaria de Saúde afirma que já chegou mais medicação do Governo do Estado e confirma que campanha de vacinação na cidade só começa em 30 de abril
Até a quinta-feira de 31 de março, eram 7 casos suspeitos de gripe H1N1 notificados na cidade; 3 descartados e 4 aguardando resultado. Hoje, 7 de abril, uma semana depois, o número triplicou: já são 22 notificações até o momento; 3 descartados e 19 aguardando resultado laboratorial.
Segundo a Vigilância Epidemiológica Municipal, das pessoas que aguardam resultado, 9 casos são do sexo masculino, sendo 5 do grupo de risco, incluindo uma criança de um ano, um idoso, um portador de doença crônica e dois profissionais da saúde.
Também há 10 mulheres com casos suspeitos, sendo 5 do grupo de risco: duas idosas, duas pessoas portadoras de doenças crônicas e uma criança de um ano.
Dezesseis pessoas permanecem internadas. Este número 5 internações de moradores de cidades vizinhas (Cachoeira Paulista, Cruzeiro e Guaratinguetá).
Ainda de acordo com a Vigilância Epidemiológica, o paciente de 61 anos que estava internado na UTI da Unimed permanece no local; porém, apresenta melhora considerável.
Apesar do número de notificações ter triplicado em uma semana, a Secretaria de Saúde considera a situação sob controle. E informa que já chegaram medicamentos do Estado de São Paulo. “A distribuição do Tamiflu está sendo feita somente com apresentação de receita, no Ambulatório de Especialidades, o antigo Inamps II”, explica.
Por fim, a Secretaria reafirma que a campanha nacional de vacinação contra a gripe só terá início em Lorena no dia 30 de abril, como já estava previsto. A antecipação da campanha ocorreu apenas na cidade de São Paulo e não no Estado todo. A campanha atenderá o mesmo grupo de risco das vacinações anteriores, definido pelo Ministério da Saúde: idosos, gestantes, profissionais da saúde, puérperas, crianças de 6 meses a menores de 5 anos e pessoas com doenças crônicas (diabetes, hipertensão, cardiopatia, nefropatia, neuropatia, imunodeprimidos).
As pessoas que não fazem parte dos grupos de risco que quiserem e tiverem condições de se prevenir, devem procurar clínicas de vacinação particulares.










