Autor: Academia de Letras
A Academia de Letras de Lorena foi fundada em 21 de março de 2009 e a posse dos membros ocorreu em 16 de agosto daquele ano, data que é comemorada como seu aniversário. Possui como patrono Euclydes da Cunha, por ter vivido em Lorena e aqui iniciado a educação de seus filhos e corrigido os originais de sua obra maior, “Os Sertões”. São 30 acadêmicos distribuídos em cadeiras que possuem, cada uma, um patrono ou patronesse. Realiza reuniões mensais abertas ao público, trazendo sempre uma apresentação cultural para completar a reunião literária. Nessas reuniões, o público é convidado a declamar e a ler poemas e outras obras de sua autoria ou de outros autores. Foi declarada de Utilidade Pública Municipal pela Lei Ordinária 3.599, de 23/5/2013.
A Academia de Letras de Lorena tem a satisfação de convidá-lo (a) para a sessão musical e literária que promoverá no dia 22 de novembro, às 16 horas, na Casa da Cultura “Péricles Eugênio da Silva Ramos”, com a programação: – Professora Sandra Gomes Pereira ao piano e barítono Álvaro Soares, do Conservatório Musical Maestro João Evangelista. – Homenagem a Arnolfo Azevedo, pelo acadêmico Nelson Pesciotta. – Homenagem ao aniversário de Lorena, pelo acadêmico Wanderley Gomes Sardinha. – Momento de Poesia. – Lançamento do livro “O passeio – Um giro pelas esculturas de Lorena”, pelo acadêmico Paulo Sergio Viana. Contamos com sua honrosa presença.
Aroldo Azevedo nasceu em Lorena, em 3 de março de 1910, vindo a falecer em falecer em 4 de outubro de 1974. Advogado que nunca exerceu a profissão, licenciou-se em Geografia e História pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), tendo sido também um dos primeiros professores de Geografia daquela Universidade. Filho de Arnolfo Azevedo, que foi deputado federal por São Paulo e senador, que, enquanto deputado, foi presidente da Câmara dos Deputados por oito anos e foi quem fez construir o Palácio Tiradentes para sede da Câmara.Aroldo foi também o primeiro grande autor de…
Já faz meio ano que a minha doce Carolina partiu dessa vida, descansou, foi pro céu… E até hoje dói, muito, a sua ausência. Afinal, foram 43 anos de convivência, desde quando ela tinha 12 aninhos e eu 15, e começamos a namorar. Nós nos conhecemos num baile de carnaval, no Clube Comercial, em 1971, nos tempos em que o CCL era na praça, na esquina onde hoje é o Banco Santander. A Caro – como eu sempre a chamei – estava fantasiada de palhaço… Foi amor à primeira vista e pulamos o carnaval inteiro. Repito: a Caro com 12 anos…

